SETE PASSOS QUE SEGUI PARA UMA VIDA MELHOR Outubro 4, 2009
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Você sonha, pede, reza, imagina e projeta. Se prepara para a tão esperada mudança, aquela virada de mesa e de vida e, quando chega a hora: MEDO!
É verdade meus amigos… Querer é poder, mas para poder a pessoa tem que fazer acontecer! E é aí que o bicho pega! Planejar para poder realizar! Esse deveria ser o lema de todos, não acham?
Então ali estava eu: Mês de julho de 2006: recasado, desempresário (termo criado por mim para designar o indivíduo que vendeu sua empresa, mas está devidamente empregado), com um belo horizonte pela frente, cheio de idéias e projetos na cabeça, grandes perspectivas e possibilidades para fazer mil coisas que poderiam me proporcionar realizações pessoais e profissionais.
Foi então que estabeleci a minha própria LEI DOS SETE PASSOS. Afinal, porque eu iria me propor a seguir os sete passos dos outros, se eu teria que viver a minha própria vida e seguir os meus próprios passos? Então fica aí a sugestão para que você elabore os seus próprios SETE PASSOS, seguindo a máxima das caixas de brinquedos inteligentes e dos quebra-cabeças, tipo “faça você mesmo”, ou “siga as instruções e construa seu próprio modelo”: PRIMEIRO PASSO: não imponha limites a si mesmo, por que você já começa na competição desacreditado ou até mesmo derrotado. Você pode fazer tudo o que puder, basta realmente querer, se comprometer, acreditar e trabalhar para que isso aconteça SEGUNDO PASSO: O seu dia de ser feliz é hoje, e a sua hora de ser feliz é agora! Não deixe para amanhã o que pode dizer e fazer hoje. Diga hoje EU TE AMO à sua esposa, namorada, mãe, filho. Elogie o seu amigo, ligue para o seu pai, mande um e-mail para o irmão que mora longe. Amanhã pode ser tarde! Aproveite os bons momentos na hora certa. Celebre a vida nos momentos em que ela lhe chama e pede por isso! Viva o hoje! TERCEIRO PASSO: Descubra o seu dom interior, o seu talento! Foque as suas atenções e ações naquilo em que realmente goste e sabe fazer com habilidade, dedicação, energia e acima de tudo: AMOR. QUARTO PASSO: Tenha certeza que Deus estará sempre ao seu lado lhe apoiando em tudo que fizer. Às vezes ele delega algumas tarefas importantes a pessoas de sua inteira confiança e que estão lhe apoiando dia e noite. Pode ser a sua mãe, filhos, esposa, irmãos e amigos. Até o seu animalzinho de estimação lhe fazendo companhia na madrugada enquanto você estuda para uma prova, concurso ou trabalha em um importante projeto. QUINTO PASSO: Tenha em mente que TUDO nem sempre é o bastante! Você sempre pode ir além! Os limites podem existir apenas em sua cabeça. SEXTO PASSO: Saiba perder com resignação e dignidade, pois são das derrotas, fracassos ou insucessos que tiramos as grandes lições e ensinamentos de nossas vidas. Da mesma forma, saiba vencer com humildade e honra para que sirvas de exemplo. Lembre que o sucesso pode ser permanente ou temporário, depende como você o recebe, valoriza e acima de tudo, como você o administra! SÉTIMO PASSO: Tenha compromisso, respeito e disciplina para manter o que você conseguiu construir ao longo de sua vida, principalmente em relação aos bens espirituais e emocionais: como relacionamentos amorosos sinceros, família e amigos.
Você tem o direito e a obrigação de ser muito, muito FELIZ!
Muita PASS: Paz, Amor, Saúde e Sucesso!
Professor Rico
A CRISE PASSA E A COMPETÊNCIA PERMANECE… Agosto 19, 2009
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Crise, crise, crise! Parece mais um mantra da infelicidade! Um tipo de “infecção generalizada” causadora de paralisia mental e perda de criatividade. Uma espécie de “desculpite aguda e crônica” de uso tópico dos incompetentes. Tá legal, tá legal! Eu concordo! Ela existe de verdade, mas em que grau? Que tamanho? Em que proporção? Em que nível ela realmente me afeta e afeta os outros? Pensemos localmente primeiro e só depois regionalmente, nacionalmente e por fim globalmente. Analisemos com critério e isenção (sem emoção) o que realmente é crise e o que é a indústria da crise. Sim, por que toda crise pode ser fabricada para que alguns ou muitos ganhem com ela. Então vejamos: quem ganhava antes da crise? Quem está ganhando com ela? (até porque se todos perdessem o mundo implodiria, não é verdade?) e quem vai ganhar depois que ela passar? Ah! Quanta gente rezou para que ela viesse e ficasse um bom tempo entre nós! Quanta gente reza para que ela vá embora…
A crise e o caos também geram seus filhos. Filhos bons como a criatividade, a adaptação e a superação, e os filhos maus como a inércia, a apatia e o derrotismo. É nela que comumente emergem os grandes gênios, com suas grandes idéias salvadoras. É através dela que surgem também os oportunistas, os canalhas e os aproveitadores. O que fazer então? Tudo é uma questão de atitude. Se ficarmos parados apenas olhando e sem observar o que acontece ao nosso redor, de nada vai adiantar. Mas se prestarmos atenção no contexto, poderemos ordenar melhor nossas idéias, formular com mais eficiência nossas estratégias e surfarmos na onda ao invés de sermos engolidos por ela. É difícil? E como! Mesmo antes da crise já era complicado planejar e colocar em prática projetos bem elaborados, imagine agora que o cuidado é dobrado! Não dá para mudar o passado, mas podemos começar a construir no presente, um futuro melhor!
Uma coisa é certa: reclamar não leva a lugar nenhum! Já como desabafo, acredito em seu efeito terapêutico. Mas como um método para atingir objetivos é falho e sem propósito. Como filosofia de vida? Seria a mesma coisa que escolher entre o suicídio rápido e a morte em doses homeopáticas. Como forma de chamar atenção? Ah Bom! Aí, sem dúvida é a melhor maneira. Também é ótimo para afastar as pessoas de seu convívio e ficar isolado. Enfim caríssimo e fiel leitor e futuro eleitor, vamos criar um novo paradigma: ao invés de reclamação, que tal: AÇÃO!
Você é melhor, maior e muito mais eficiente do que qualquer crise! Você faz parte da solução e não do problema. Você não nasceu nela e nem é filho dela. Você é parte da inovação, da criatividade e da superação!
Não acredite no impossível, talvez no difícil. Não dê ouvidos aos pessimistas e sim aos realistas.
No C da crise eu vejo CRIATIVIDADE, no R eu enxergo REAVALIAÇÃO, no I a oportunidade para INOVAR, no S a chance de SUPERAÇÃO e no E, a forma que encontramos para mostrar ao mundo todo como podemos ser EFICIENTES.
Um bom ano a todos!
Muita PASS… – Paz, Amor, Saúde e Sucesso!
Professor RICO
UM PÉSSIMO INVESTIMENTO! Junho 30, 2009
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Galera! Simplesmente maravilhoso o quadro de entrevistas com políticos de Brasília, no programa CQC exibido pela Rede Bandeirantes de televisão no último dia 29 de junho de 2009. Fiquei chocado e extremamente preocupado com a ignorância que assola a grande maioria dos políticos abordados pelo entrevistador desengonçado, educado e sutil, chamado Danilo Gentilli. Com extremo bom humor, sagacidade e um sarcasmo que se tornou marca registrada do jornalismo moleque do CQC, Gentilli fez perguntas medíocres (quase idiotas se formos um mínimo exigentes com os parlamentares) que qualquer aluno do ensino médio (para não dizer ensino fundamental) cursando escola pública ruim, com QI abaixo da média e que mata aula, responderia com grande assertividade. Mas os políticos, diga-se aqui, Deputados Federais e Senadores, não sabiam responder do que se tratava a “LEI MARIA DA PENHA”, a sigla “BRIC”, o que significava o famoso “Dia D” e em quais países o Brasil investiu mais de 500 milhões de reais em missões de paz? Oh! My GOD! ME E AMARROTA QUE EU ESTOU PASSADO! Juro pelo amor de Deus que pensei que os políticos estavam de gozação para entrar no clima do programa, mas não! Era um misto de burrice, imbecilidade, arrogância e desrespeito com a população por eles representada. CHAMA A MÃE QUE PAI TÁ DOIDO! Gastam em passagens, gastam com gabinetes, viajam e não aprendem nada que preste. Não entendem nem do trabalho que desempenham e ainda por cima envergonham a nação com essa falta de cultura. E o povo bancando o luxo desse lixo. Que péssimo investimento….
Fui…indignado como sempre.
Prof. Rico
A BANALIZAÇÃO DA ÉTICA E DA MORAL Maio 24, 2009
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Como é difícil falar de Ética e Moral no Brasil. Parece que quando mencionamos essas duas palavras, elas causam perplexidade, nojo, descaso, deboche! Quando estendemos o comentário ao âmbito do poder público e aos políticos, a impressão que temos é de estarmos falando de uma utopia, um arcoiris, um conto de fadas, uma brincadeira de mau gosto. Afinal, por que estamos vivenciando três crises simultâneas? Sim, três: A primeira crise, e a mais nova, é a crise econômica mundial; a segunda é a crise administrativa, de gestão ineficaz, perdulária, protecionista e propositalmente ruim. E finalmente, a terceira crise: da falta de ética, de moral, de valores, de falta de respeito ao cidadão, da usurpação dos direitos, do acorbetamento, de favorecimentos individuais e de pequenos grupos e da corrupção contínua e escancarada. Presenciamos políticos banalizando a ética e a moral, debochando do povo e copiando antecessores que adotavam a política do “rouba mas faz!” . Até o presidente da república banalizou (como sempre) as investigações sobre a farra das doações de passagens aéreas, admitindo que ele mesmo, enquanto deputado federal, presenteou sindicalistas com passagens aéreas oriundas da cota de seu gabinete. Concluiu seu deboche, afirmando que achava (e ainda acha) tudo absolutamente normal e que haviam problemas maoiores para o povo se preocupar. Sim haviam: O mais novo dessa série interminável de escândalos: PETROBRAS URGENTE: QUANTO MAS FUNDO CAVAR, MAIS PETRÓLEO E PODRIDÃO IRÁ ENCONTRAR! Por que o Sr. Presidente da República está tão interessado em colocar um “quilométrico pano quente” nesse assunto? E a tal da transparência? aonde foi parar? Quem não deve, não tem nada a temer, não é verdade? Só que os fatos e provas são eais e contundentes à respeito de favorecimentos e intermediação de royalties para as cidades que têm petróleo explorado pela Petrobras, por funcionários da própria empresa e os patrocínios e ajudas irregulares a ONGs e eventos. Essas ajudas nada têm de compatível com os interesses da organização. Desta forma, os argumentos são mais que suficientes para se instalar não apenas uma, mais centenas de CPIs, só da Petrobras. E o senado heim? Até quando esse mar de lama irá permanecer naquela casa? Diante de tudo isso, vai aí uma dica: quando vocês forem visitar Brasília, em especial o Senado, favor se deslocarem em veículos com tração total (4 x4). E ao adentrarem aos recintos, recomenda-se o uso botas sete léguas, para não correrem o risco de atolamento ético e moral!
Fui….
Uma ótima semana!
Prof. Rico (cada vez mais indignado!)
ACIMA DE TUDO ACREDITE NO SEU TALENTO! Abril 26, 2009
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O video fala por si…veja e se emocione …
Paz, Amor, Saúde e Sucesso!
Prof. Rico
O QUE VENDEM E O QUE EU REALMENTE COMPRO… Abril 22, 2009
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A notícia só é verdadeiramente democrática se quem a ler tiver as condições mínimas necessárias para analisá-la, criticá-la, refutá-la, debatê-la, averiguar os seus fundamentos, a sua veracidade, a procedências de suas fontes e por conseguinte, a sua isenção.
Assistir a noticiários da TV, escutar programas de rádio, ler jornais e revistas todos os dias e acessar a internet em busca de manchetes, pode não ser necessariamente um sinônimo de boa informação. Isso simplesmente pode estar relacionado à rotina, ao hábito e até mesmo a autodisciplina. O que torna a notícia intrigante e fascinante, é a nossa capacidade de colocá-la em cheque-mate, de discordarmos do que nos vendem, de não acreditarmos. Quando me refiro à democracia da informação, procuro lembrar que os meios que divulgam a notícia (e a própria notícia manipulada) comprometem o conteúdo informacional levando o indivíduo a entender a coisa certa de modo errado. Quanto mais manipulados os meios, mais a notícia é trabalhada, e dessa forma, mais direcionada e ela se torna. Caros Internautas, a grande rede mundial de computadores é sem dúvida, dentre os meios de comunicação, o mais democrático. Então vamos usufruí-lo de forma inteligente e eficaz. Vamos usá-lo para o lazer, para a descontração, para a pesquisa e para o bate-papo, mas acima de tudo vamos usá-la para darmos espaço aos nossos pensamentos, conclusões, e reflexões. A internet pode e deve ser a interlocutora de nossas idéias, posicionamentos, de nossos desabafos e por que não de nossos protestos. Vamos aproveitar a internet para buscar verdade e falar a verdade! Vamos chamar a atenção para aquilo que deixou de ser divulgado, desmentir aquilo que foi dito, escancarar o que foi ocultado dos cidadãos desinformados. Esses cidadãos que acabaram sem opção, se tornando desavisados e que acabaram na vala comum dos alienados sem mesmo ter a consciência disso. Sim meus caros leitores, a informação mal dada vira desinformação e atingem apenas os objetivos daqueles que a manipulam. Notícias editadas (na época da ditadura isso se chamava censura!), incompletas ou truncadas, têm um propósito vil nas mãos dos responsáveis pela sua divulgação e por que não a sua disseminação. Eu, particularmente, tenho o hábito de ler dois jornais por dia (um nacional e um regional), duas revistas por semana, livros e artigos técnicos, assisto a noticiários da TV aberta e fechada (alguns são completamente diferentes mesmo sendo da mesma emissora), acesso a internet e ainda escuto programas rádio (noticiários é claro). Portanto, me considero uma pessoa bem atualizada. Sim atualizada, por que quando me perguntam ou mesmo afirmam que eu sou sujeito bem informado, eu paro, penso, e logo me vem aquela dúvida que há anos me persegue desde quando eu era adolescente: Eu sou bem informado ou bem atualizado? Explico e já coloco a bola em campo de novo com mais um questionamento: Será que aquilo que leio e processo em minha mente é de fato conteúdo totalmente isento que deva ser assimilado e aceito como informação? Por que será que eu sempre sinto essa sensação estranha de estar sendo enganado quando leio uma matéria ou reportagem? E por que será que essa sensação aumenta, gerando um desconforto, quando repito a operação mais uma, duas ou três vezes e chego a resultados diferentes daqueles encontrados em minha primeira passada de olhos? E quando o assunto envolve política, economia e os poderes públicos em todas as suas esferas de atuação, por que fico desesperado e me sinto traído? Estou ficando muito desconfiado? Detalhista? Paranóico? Ou será que depois dos 40 estou me tornando finalmente um leitor esperto que busca a verdade das informações nas notícias nas linhas e principalmente nas entrelinhas que leio? Fica agora uma última pergunta que deixo no ar: O que é mesmo SUBLIMINAR?
Um grande abraço, e boas leituras!
Prof. Rico
TURISTAS NADA ACIDENTAIS… Abril 22, 2009
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Aliás, de acidental nada! Acidentado é esse governo marcado por inúmeras redes de corrupção, favorecimentos, e tantos outros “acidentes de percurso”. Agora os ministérios, a câmara e o senado têm mais uma atribuição nada esquisita (pelo menos a essa altura dos acontecimentos e em meio a tantos escândalos): AGÊNCIA DE VIAGENS: SUAS FÉRIAS GRATUITAS!.
Se você já leu ou ainda vai ler o artigo acima, vai entender esse link ilustrativo e explicativo, pois uma sacanagem acaba explicando a outra. Nesse País das Maravilhas cheio de Alices, vocês devem ter lido manchetes iguais ou semelhantes em todos os jornais do Brasil, como esta:“Deputados e ministros tentam explicar que o uso das cotas de passagens áreas é legal”. Vejamos: A maioria que leu rapidamente concluiu que se o procedimento é legal, então não há mais o que fazer ou reclamar, Correto? Não é bem assim! Analisemos então os pequenos detalhes. As cotas de passagens aéreas são destinadas aos parlamentares no “desempenho de suas atividades”, ou seja, “a serviço da Nação e dos cidadãos” (seus eleitores ou não). Na verdade, as passagens aéreas mais caras foram destinadas “ao lazer dos parlamentares e de seus familiares, assessores e simpatizantes”. Os destinos turísticos foram vários: Europa, América Central, América do Sul, Ásia, etc. Locais aonde os parlamentares não defendem qualquer interesse nacional ou político, a não ser o seu próprio turismo, diversão e entretenimento. Há relatos de um parlamentar catarinense que foi 19 vezes a Paris. Eu nunca fui sequer uma vez a Paris, mas estou poupando o meu suado salário para tentar ir ainda este ano. Com certeza não é à custa do contribuinte. Vejam bem, para quem tem moral e ética, não há dilema algum nesse caso, pois nunca faria nem mau e nem bom uso das cotas de passagens aéreas. Simplesmente não faria uso, ponto final! Até porque com salários astronômicos que ganham para trabalhar pouco ou quase nada, eles podem pagar pelas viagens de férias que fazem. Na prática é bem simples: mesmo que afirmem ser legal, não é ÉTICO e nem MORAL. Aliás, é vergonhoso, ultrajante e repugnante. Tanto isso é verdade, que já começaram as retratações e as devoluções. Se a questão é legal, por que então começou uma verdadeira corrida de ministros, senadores e deputados aos púlpitos e à mídia para ver quem se desculpa mais rápido e de forma mais convincente? Se tudo é legal, então vamos democratizar o processo proporcionando a todo cidadão uma viagem ao exterior. Afinal somos todos contribuintes e filhos de Deus nascidos nessa tão querida e usurpada República, transformada na CASA DA MÃE JOANA por políticos corruptos. Se tudo é legal, que continue então a farra das passagens, por que a alta carga tributária que pagamos todos os dias de nossas vidas tem DESTINO TURÍSTICO CERTO: Nova York, Londres, Paris, Tóquio, Buenos Aires, e muito mais….É isso aí Sr. Presidente Lula! E se enjoarem de viajar de avião, os ministérios, a câmara dos deputados e o senado poderão trocar as passagens por pacotes turísticos em cruzeiros marítimos com direito a MAROLINHA E TUDO! Que Deus nos abençoe, nos ajude e nos salve dessa cambada de políticos turistas! Ou será turistas políticos?
Um grande abraço!
Prof. Rico
Balanço Geral de 2008…. Janeiro 29, 2009
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Em primeiro lugar queria me desculpar por não publicar qualquer mensagem de fim de ano. Muitas pessoas me ligaram ou mandaram e-mails perguntando por qual motivo o Prof. Rico não havia elaborado uma mensagem de boas festas! Bem, a explicação é simples (pelo menos para mim): Assim como prego em minhas palestras, em minha opinião o ano só acaba no dia 31 de dezembro às 23 horas e 59 minutos, e é claro que a essa altura eu já estou abraçado a um espumante delicioso brindando com os meus entes queridos o nascer de um novo dia, de um novo ano! Preferi manifestar-me somente agora, depois das festas, depois da ressaca, depois da agitação….Agora sim, depois que as pessoas caem na real e colocam os pés no chão…que fazem instintivamente o seu “balanço geral de 2008″. Agora é a hora de fazermos a apuração dos resultados, do lucro ou prejuízo! E não estou falando só de dinheiro, de bens. Estou me referindo ao balanço geral da vida, do meu desempenho como pessoa: como pai/mãe, filho/filha, marido/esposa/namorado/namorada, irmão/irmã, amigo/amiga…enfim todos os papéis que desempenhamos em nossas vidas e que influenciam também as vidas daqueles que convivem conosco. Ao chegar ao fim de mais um ano a maioria das pessoas se coloca em dois grupos: aqueles que não querem olhar para trás e tocam a vida pra frente por que atrás vem gente, e aqueles que só ficam olhando para trás e esquecem que o passado é história, o presente já esta aí e o futuro está batendo à sua porta (e você não planejou nem mesmo o dia seguinte!).
Existem aqueles que escolhem ficar em um terceiro grupo: os que olham para o passado e com muita imparcialidade avaliam os erros e os acertos para aprender com tudo o que vivenciaram. Eles aproveitam o presente para corrigir o passado, não repetindo os mesmos erros e procurando também melhorar o que fizeram corretamente. Isso é viver de verdade!
Não adianta chorar pelo leite derramado! Ficar reclamando por que aquele projeto não decolou, o emprego que não pintou, a viagem que não aconteceu, o aumento que não veio…blá, blá, blá…
Dê um basta no passado e coloque-o em seu devido lugar! Se você procura reviver sempre o passado acaba assassinando o presente e impedindo o nascimento do futuro. Sim, é verdade, tudo na vida tem seu tempo de acontecer e não cabe a nós invertermos a ordem natural das coisas. Podemos sim alterar o curso de nossas vidas, melhorando nosso desempenho através de nossas percepções e ações. Se você usar o passado como um livro bom, um álbum de fotografias ou até mesmo um manual (cuidando para sempre atualizá-lo) estará consolidando o seu presente de forma clara, firme e promissora. Se você viver um presente intenso, consciente e responsável, terá um futuro correspondente. Não existe fórmula mágica! Existe a vida, que já uma mágica de DEUS! Quer mais do que isso? Saber que a cada dia você pode dar um novo rumo à sua existência? Melhorar, inovar, mudar, fazer diferente!
Infelizmente existem pessoas que ainda não perceberam que a vida pode ser reinventada a cada segundo, minuto, hora, dia mês ano…Isso irá depender somente da sua pressa, energia e acima de tudo de sua FORÇA DE VONTADE!
Existem pessoas que estão apenas sobrevivendo a cada dia. Ficam repetindo as mesmas ações, padrões e até emoções em todos os momentos se,m ás vezes perceber o que está acontecendo. Outras até percebem, mas acham que é normal, pois constatam que as pessoas ao seu redor agem da mesma forma. Pergunte a você mesmo: É possível fazermos sempre as mesmas coisas todos os dias e desejarmos que nossas vidas sejam diferentes? Aí fica difícil até para o nosso Grande Arquiteto do Universo resolver alguma coisa. Eu realmente creio que “Quem faz o que sempre fez, vai chegar aonde sempre chegou!”. Só poderemos esperar resultados diferentes fazendo coisas diferentes.
Deixo aqui uma simples sugestão: Faça o seu balanço geral de 2008, tente aprender com os erros e acertos; deixe o passado no lugar dele para não matar o presente e, dessa forma, deixe o futuro nascer. Proceda em relação ao seu futuro da mesma forma como os pais fazem quando querem muito a vinda de um filho querido: Planeje-o com muito carinho!
Muita Luz…
Prof. Rico
PROFESSOR: UM EXERCÍCIO DE SOBREVIVÊNCIA Outubro 17, 2008
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Antes de elaborar este texto, ponderei muito, pois não queria deixar transparecer a idéia de algum tipo de desabafo destemperado. Acontece que, no transcorrer do ano, ouvi relatos de vários colegas professores e foi assim que me senti estimulado, e por que não dizer compelido a escrever estas linhas a seguir e, de certa forma……desabafar é claro:
Até a década de 80, os professores, “os mestres”, ainda eram tratados com mais respeito e consideração, tanto pelos alunos, quanto pelas instituições em que trabalhavam. Atualmente isso está deixando de existir (salvo raras exceções), e o que é mais triste, piora a cada ano letivo. Os alunos (Compradores de Diplomas) e as Instituições (Fornecedores de Diplomas) acabaram por deixar os Professores (Indivíduos que freqüentemente atrapalham essas negociações) meio que perdidos no meio de tantas transações comerciais (sim porque educação é um baita negócio), que no fundo, no fundo, não têm muito a ver com educação e sim com resultados financeiros, lucros, dividendos, etc…O que aconteceu com a valorização do ser humano? O professor não exerce mais aquele papel imprescindível de tempos atrás, onde a presença física do mestre, não era só importante para a disseminação do conhecimento, mas também para dar exemplo profissional, pessoal, de comprometimento, de moral, de ética, de justiça e de amor pelo seu trabalho. Aliás, do jeito que as coisas andam, é possível que num futuro não muito distante nem existam mais professores em sua forma física atualmente conhecida. Talvez passem a ser virtualmente inseridos no bojo da educação à distância em uma forma mais distorcida. Quem sabe os professores do futuro venham a ser robôs com características quase humanas que aprendam constantemente coisas novas e as transmitam instantaneamente a alunos cada vez mais sedentos de informação, tal qual o personagem de Robin Williams em “O Homem Bicentenário”. Talvez o professor passe a ser apenas um holograma. Aonde foram parar os professores daqueles filmes românticos, que de forma lírica e poética se empenhavam além de suas obrigações e enfrentavam retaliações por quererem através de suas aulas, formarem seres humanos dignos, sensíveis e homens e mulheres de caráter e essência? O exercício de sobrevivência ao qual me refiro, não passa apenas pela remuneração inadequada, pelas inúmeras exigências curriculares e de titularidade, pelas cobranças diárias de postura pró-ativa e motivadora, pela constante atualização ou até mesmo pela subserviência gerada pela necessidade do diminuto salário oriundo da docência. A selva capitalista tragou a educação transformando as instituições de ensino em corporações altamente especializadas, obrigando o professor a sobreviver em um sistema onde quem se dedica dia e noite recebe por hora-aula e por disciplina ministrada, sem a mínima segurança de poder planejar-se financeiramente, nem mesmo para o próprio semestre. A cada ano que passa o professor é menos lembrado! Nem mesmo em datas festivas, ou em seu próprio dia. Os alunos mais sensíveis reconhecem a importância dos mestres em suas vidas e num ato quase que caridoso, nos homenageiam com um e-mail de Feliz Natal e de Próspero Ano Novo! E a maçã na carteira? Isso já virou coisa do passado.
Quando cursei a faculdade de administração, mais de 90% de meus professores mantinham a atividade de docência como ”um bico”, “um extra”. Eu particularmente, me sentia indignado com isso e pensava que se algum dia viesse a ser professor, eu iria sê-lo de forma integral! Ledo engano… Hoje, apesar de eu ser um apaixonado pela docência, confesso que não consigo manter meu padrão de vida (que nem é tão alto assim) apenas com o salário de professor. Obrigo-me de certa forma a ter outras atividades, mas nunca encarando as aulas que ministro como “um bico”, “um extra”. Quando me perguntam em sala de aula (geralmente no primeiro dia do semestre letivo) se eu “somente dou aula ou também trabalho”, eu respondo com muito orgulho: SOU PROFESSOR, mas também tenho outras atividades profissionais. Apesar de tudo, ainda sou apaixonado pela minha profissão, pelo menos enquanto não tenho coragem para pedir o divórcio a ela! Mas se o fizer, o farei ainda apaixonado, alegando apenas incompatibilidade econômico-financeira.
Felicidade e longa vida aos meus colegas mestres!
São os votos sinceros do
Professor Rico.
POR QUE TANTA MISÉRIA SE SOMOS UM PAÍS RICO? Agosto 7, 2008
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Ontem acordei incomodado, triste. Já no início da manhã, não sabia bem o por que, mas algo me deixava angustiado, fraco, impotente. Perto das 14 horas quando fui almoçar em uma lanchonete próxima a um dos locais em que trabalho é que percebi a razão da minha apreensão. Ao sentar-me para fazer o meu pedido (o mais caro do cardápio) notei que só eu havia pedido um almoço de verdade. Os demais degustavam pequenos lanches, salgados fritos, calzones…enfim comidas bem mais baratas. Perguntei-me: uma pessoa consegue manter-se bem alimentada comendo aquele tipo de alimento? Chamou-me especial atenção uma mãe de pouca idade com um bebê no colo. Ela estava amamentando-o enquanto a avó contando o seu dinheirinho, calculava o valor antes de fazer o pedido de duas coxinhas de galinha e dois sucos pequenos. Pensei comigo: E aqueles que nem isso tem para comer? Crise de alimentos em um País de fartura conhecida?
Fiquei chateado por não poder fazer nada. E se fizesse algo, seria apenas naquele dia. E os outro dias do ano?
Se faltam alimentos e empregos é porque falta vergonha na cara de nossos governantes! Afinal pagamos impostos para quê?
Me nego a acreditar que em pleno século 21 tenhamos que ouvir absurdos imorais que transbordam das bocas de um bando de incompetentes que se auto-denominam políticos profissionais ou gestores públicos….Essa é boa!
O que falta no Brasil são administradores públicos eficientes que promovam mudanças e melhorias para nos tornarmos uma grande potência mundial e resgatarmos o orgulho de sermos Brasileiros.
Eu ainda acredito!
Um bom ano!
Prof. Rico
(inconformado com a incompetência “quase proposital” que assola todos os níveis da administração pública nesse País)









